o silêncio que tropeça em cada esquina
mitiga as dores que escoam dos corações desatinados.
a melodia dos passos dela é um tormento!
ah, silêncio, não te tornes tão distante...
enquanto faço sala para o tempo,
a calçada se suja de espera.
o meu pulsar devaneia por entre ruas de enganos
e eu sinto o amargo dos caminhos que não se cruzam.
vou sorrindo a ausência dela,
vou ardendo no calor das mentiras sinceras.
enquanto faço sala para o tempo,
a calçada se suja de espera.
domingo, 5 de abril de 2009
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