
Se à meia noite os meus olhos se propõem a fechar, percebo o teto do quarto cintilar os sonhos que estão por vir. O vulto da luz – ainda acesa – sutilmente borra a consciência que, a partir de então, passa a ser apenas um esboço de coerência palpitando nas imagens quase oníricas. Vontades traiçoeiras zinzizulam no pensamento agora, feito andorinhas rasgando um céu de estranhezas.
Adormeço encantada...
Adormeço encantada...

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