Por ora, estou entregue às paixões - sem lenço, documento ou amor próprio. Não racionalizo ou concebo o para além do agora... Sim, eu fujo. Fujo da espera vasta e de seu consequente inalcançável prometido. Fujo da sensibilidade à mostra, tremeluzindo o medo por entre faíscas de ilusões. Fujo do fascínio dos sonhos que se apresentam sem fundamento a qualquer coração que não o meu...
Há urgência em viver - ainda que mentiras sinceras.
