"Teu engano foi esperar por um bem
De um coração leviano que nunca será de ninguém
(...)"
De um coração leviano que nunca será de ninguém
(...)"
Entre o sibilar do acaso forçado e a concretização plena das vontades não silenciadas: suspiros. De sobressalto, contudo, fez-se despótica a possibilidade mais contundente. Embora traços de negação tenham sido esboçados, frutos de mais um copo entornado, cheguei - sem muito relutar - ao lugar-comum que cansei de conhecer. Tua expressão dúbia corroborou a atrocidade do momento. Senti a respiração, agora anelante, ruborizar parte da minha face. E ao perceber aquela - velha - dor violenta e rápida se apoderar do que havia de sóbrio em mim, mudei de calçada aos tropeços. A desilusão era manifestamente incontestável.
Não és desirmanado deste conjunto infame de corações levianos...

eu ententendo de verdade. talvez por ser tua metade...
ResponderExcluirque triste descobri de novo o que não se quer enxergar. :T
ResponderExcluirPoxaaa... e essa virginiana tbm escreve?
ResponderExcluirA cada dia q passa, mais eu gosto de vc minha cara!
vou virar visitante frequente, jah gostei do blog ;)
bjuuus!